sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Efeito bolha: Vendas de imóveis caem em sete Estados, confirma Secovi



Estudo feito pelo Secovi São Paulo mostra que em sete Estados as vendas de imóveis caíram. 
O que os números estão mostrando, segundo especialistas, é reflexo direto da mudança de estratégia feita nos últimos anos pelas construtoras e incorporadoras, que logo depois de captarem mais de R$ 20 bilhões na Bolsa de Valores se lançaram País afora em empreendimentos que acabaram fracassando. 
"Construiu-se indiscriminadamente no País e em alguns mercados houve um desequilíbrio entre o tipo de empreendimento ofertado e a capacidade de compra das pessoas", diz João da Rocha Lima, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e consultor na Unitas.
Dados dos analistas do setor no Bradesco BBI mostram que as 16 empresas listadas em Bolsa lançaram no primeiro semestre R$ 14,5 bilhões em empreendimentos em todo o Brasil, número inferior aos R$ 19 bilhões de 2011 ou R$ 15,7 bilhões de 2012. 
As desculpas de sempre
Pelo estudo do Secovi, Belo Horizonte é a cidade com maior queda nas vendas, de 16%. De acordo com o vice-presidente da Área Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Lucas Guerra Martins, a aprovação de novos empreendimentos que era de 90 dias, com a mudança de gestão na prefeitura, passou a um ano e meio.
No auge de vendas imobiliárias no ano de 2010 foram vendidas 76 mil novas residências. Neste ano, no primeiro semestre, foram apenas 28 mil.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Vendas de aptos voltam a subir em BH

  As vendas de apartamentos em Belo Horizonte cresceram 84,85% em agosto, de acordo com pesquisa divulgada pelo Sindicato da Construção Civil em Minas Gerais (Sinduscon-MG). No último mês, foram vendidas 183 unidades, contra 99 comercializadas no mês de julho.
A velocidade de vendas das unidades atingiu 8,24%. O resultado interrompe dois meses de queda no indicador - enquanto em maio a taxa era de 14,50%, os meses de junho e julho apresentaram diminuição na comercialização dos imóveis, atingindo 7,52% e 4,72%, respectivamente.

  Já em relação aos lançamentos, a pesquisa aponta que o número de novos edifícios cresceu 13,83%, com 214 novas unidades. A oferta no mês de agosto aumentou 2% em virtude do número de lançamentos ter sido maior que o de unidades vendidas. De 1.998 unidades em julho, o indicador passou para 2.038 em agosto, o maior estoque do ano.